Avaliação Formativa: diagnóstico de planejamento ao professor

Na sua escola os estudantes encaram as provas como inimigas? Eles costumam aguardá-las ansiosamente, temendo o resultado final?

Não é difícil perceber que este modelo de avaliação promove efeitos negativos e está bem longe do que deveria significar aos alunos. São as chamadas avaliações classificatórias, que estimulam o aluno a buscar exaustivamente uma nota satisfatória.

O erro conceitual está no fato de que a avaliação faz parte do processo de aprendizado, e não está alheio a ele, como observamos o que acontece em muitas Instituições de Ensino.

Seu objetivo não deve forçar o aluno a provar que conhece o conteúdo, e sim servir como orientação no planejamento das próximas etapas de ensino. Essa é a chamada “Avaliação Formativa”, que indica a prática de examinar a aprendizagem ao longo das atividades realizadas em sala de aula.

Avaliar dessa maneira permite acompanhar a construção do conhecimento e identificar as dificuldades encontradas pelos alunos antes de avançar o conteúdo.

Assim, se um estudante obtiver uma nota baixa em uma prova, podemos observar mais do que um resultado insatisfatório. Isso demonstra que ele pode ter alguma dificuldade e necessita de maior atenção do professor, ou que as atividades propostas em sala de aula não condiziam com a prova aplicada.

É por isso que o resultado obtido pelo aluno não deve motivar punição, e sim promover intervenções e planejamentos nos métodos de ensino da escola. A avaliação perde o destaque e torna-se um parâmetro, decorrência do processo de aprendizagem.

Em casos que necessitam de novo planejamento de aula pelo professor, a tecnologia pode ser aliada na mudança da estratégia de ensino, pois torna a experiência do aprendizado mais dinâmica e menos cansativa, estimulando os alunos ao entendimento efetivo do conteúdo.

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